segunda-feira, 9 de junho de 2008

APRECIAR A VIDA.


Muitas pessoas passam pela vida, sem enxergar os seus encantos. Conseguem apenas ver o óbvio, o que todos vêem. Com isso perde-se e magia que Deus reservou a todos nós.

É preciso desenvolver a sensibilidade , é preciso olhar com o coração, sentir com a alma, experimentar com todos os sentidos, sorver a vida de "canudinho" lentamente sentindo cada sabor como único.

É tão maravilhoso observar uma flor , é tão linda, seu perfume inebriante.... E aquele momento mágico do seu desabrochar, onde cada pétala se estica e se prolonga em direção ao sol? E os raios de sol que brincam pelos vales, montes, pela vida afora suavizando a paisagem , dando brilho e colorido a vida.... As gotas da chuva que se precipitam das alturas, numa queda alucinante e triunfal, num eterno ir e vir sempre ela , a mesma água dos tempos primordiais.... E a semente que lançada no solo, se desfaz, perece, mas a vida nasce da morte, . Misteriosamente da morte da semente nasce uma nova vida, mais forte, mais viva, mais rica, mais bela, mais farta. E o nascer de uma criança, sua gestação, seu desenvolvimento passo a passo no útero materno. Sua viagem , sua grande aventura pelo túnel estreito e escuro que dará acesso a um novo mundo. Quantas maravilhas , quantas coisas inexplicáveis.

Viver é um grande desafio, mas é inegável dizer que a vida também é um grande espetáculo.

domingo, 8 de junho de 2008

EPIDEMIA

No Brasil, cinco milhões são portadores do HCV, vírus da hepatite C. O índice é oito vezes superior do que o da Aids

Uma epidemia silenciosa assola o Brasil e já atinge quase cinco milhões de pessoas no país. O número de pessoas infectadas supera em oito vezes a contaminação pelo HIV, vírus causador da Aids, que hoje chega a 600 mil. Estamos falando da hepatite C (HCV). A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula que aproximadamente 177 milhões de pessoas no mundo estejam cronicamente infectadas, o que corresponde a 3% da população mundial.

Entre as hepatites conhecidas, a do tipo C é a que mais pode resultar em casos crônicos - em 85% dos casos, contra cerca de 15 a 20% na do tipo B, que em geral é combatida pelo próprio sistema de defesa do organismo. Isso significa que, num prazo de até 20 anos, essas pessoas estão sujeitas ao surgimento de uma cirrose ou de câncer de fígado, o que pode resultar no transplante do órgão como única opção de tratamento. Ao contrário do que ocorre com as hepatites A e B, não existe vacina para a do tipo C.

Hepatite C é o nome por que se conhece a doença hepática crônica causada por infecção pelo vírus HCV. A maioria das contaminações está associada a uso de drogas injetáveis (38%), transfusão sangüínea (40%) e relações sexuais (5%). O HCV ameaça ainda os profissionais de saúde. A possibilidade de um médico ou enfermeiro contrair a doença após ser exposto a ela em serviço é cerca de oito vezes superior ao risco de contrair HIV na mesma situação.

Manicure, piercing e dentista são práticas comuns que oferecem o risco da contaminação

Práticas comuns, como freqüentar a manicure, colocar um piercing ou ir ao dentista devem receber maior atenção, recomenda o Ministério da Saúde. O vírus da Hepatite C é resistente: qualquer contato com o sangue de uma pessoa infectada pode transmitir a doença. O presidente do Grupo Esperança, Ong que ampara portadores da doença, Jeová Pessin, considera o HCV um vírus “democrático”, por atingir qualquer pessoa, independentemente da condição socioeconômica.

A doença pode demorar até 20 anos para manifestar sintomas. Por isso, estima-se que cerca de 40% dos portadores de HCV não saibam da sua condição sorológica. Quanto mais cedo acontece o diagnóstico, melhor o tratamento. Para Pessian, o que falta é informação sobre a doença. "Campanhas de prevenção e incentivo ao teste de detecção (anti-HCV) são fundamentais para evitar o avanço da doença”, diz. “Toda a luta é para que não cheguemos à necessidade de transplante de fígado”, completou, em alusão ao tratamento recomendado para os casos mais graves.

A falta de informação, aliada ao difícil tratamento, gera pânico nas pessoas que recebem o diagnóstico positivo. Logo que o paciente fica informado da doença, precisa fazer um exame de biologia molecular, chamado de PCR. Esse exame tem um custo médio, em São Paulo, de R$ 800. Desde janeiro deste ano, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece gratuitamente o PCR, mas Pessian alerta que ainda são poucos os lugares que oferecem acesso ao serviço.

Outro problema enfrentado pelo paciente da hepatite C é o alto custo dos medicamentos, que também são distribuídos pelo SUS com precariedade. O tratamento, que dura 12 meses, não sai por menos de R$ 1 mil por semana. São dois tipos de medicação usados no Brasil: o Interferon e a Ribavirina, ambos com apenas 30% de potencial de cura.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

É POSSÍVEL MUDAR.



Notícia publicada na edição de 29/05/2008 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 3 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.


O comum, o corriqueiro, não é noticiado. Se os crimes estão na TV, nos jornais e nos portais da internet, é porque não são a regra, e sim a exceção
A crença de que as pessoas podem mudar - e de que se pode mudar as pessoas, levando-as a transformações positivas através de estímulos, vivências, conhecimento e reflexão - não tem muitos adeptos no Brasil, pelo menos quando o assunto é criminalidade e recuperação de infratores.
Pesquisa realizada em 2002 pelo Instituto Datafolha mostrou que 51% dos brasileiros defendem a pena de morte e 72%, a prisão perpétua (castigos proibidos pela Constituição Federal, juntamente com os trabalhos forçados e o exílio).
Mais recentemente, em 2007, outra consulta, levada a efeito pelo DataSenado, mostrou que, para 87% dos entrevistados, os adolescentes infratores que não atingiram ainda a maioridade legal devem sofrer as mesmas punições impostas aos adultos.
A maior parte destes (36%) afirmou acreditar que a imputabilidade deveria começar aos 16 anos, mas houve quem defendesse que a idade ideal para aplicação de penas seria 12 anos (21%) ou, mesmo, a "qualquer idade" (14%). O que equivale a dizer que um em cada três brasileiros acha que crianças de 12 anos ou até menores poderiam ser jogadas na prisão.
Não é preciso ser um cientista social para perceber que essas pesquisas refletem o medo de cada pessoa, conservado em estado de ebulição permanente pelos fatos reais que compõem o dia-a-dia das grandes cidades e potencializado pela exploração exagerada do noticiário policial, em muitos órgãos de imprensa.
Ao manter um foco permanente sobre os crimes bárbaros e as crueldades, a imprensa colabora para reforçar a idéia de que essas ocorrências se tornaram comuns, o que não é verdade. O comum, o corriqueiro, não é noticiado. Se os crimes estão na TV, nos jornais e nos portais da internet (que, na falta de grandes tragédias em território nacional, recorrem às mazelas de rincões perdidos em outros continentes), é porque não são a regra, e sim a exceção.
Infelizmente, essa percepção exacerbada dos fatos distorce também a visão que se tem da estrutura legal e institucional voltada para a recuperação do adolescente infrator, que aparece no noticiário quando foge da Febem (agora Casa), mas quase nunca quando sai pela porta da frente, de cabeça erguida e recuperado. Não que essa estrutura seja perfeita (em muitos aspectos, o Estatuto da Criança e do Adolescente sequer saiu do papel, 18 anos após entrar em vigor), mas ela, apesar de deficiências profundas, produz bons resultados. Um exemplo feliz, porém não único, pôde ser conhecido pelos leitores deste jornal em sua edição de ontem, com a história do rapaz M.L.M., ex-viciado e infrator, que acaba de passar no vestibular.
Do relato, reproduzido com sensibilidade pelo repórter Leandro Nogueira, sobressaem muitas conclusões, mas talvez a principal delas seja a de que as pessoas podem, sim, mudar para melhor, habilitando-se a ocupar um novo espaço na sociedade, na família e na vida, quando tratadas com dignidade e despertadas para sua própria importância enquanto seres humanos e cidadãos.
Para M., essa consciência chegou com os estudos e a descoberta de uma existência espiritual, que as drogas e o materialismo não lhe permitiam perceber.
Sua fala é o testemunho de alguém que renasceu. E, para que chegasse a essa vida nova, percorrendo um tortuoso caminho interior, bastou que saísse das ruas (situação paradoxal, em que a privação de liberdade acabou sendo uma tábua de salvação) e fosse colocado dentro de uma sala de aula. Lá, entre livros e cadernos, reinventou a si mesmo e ao próprio destino.
Contra toda uma maré de medo e desesperança, histórias como a desse rapaz provam que vale a pena investir na formação do ser humano, com fé verdadeira em sua capacidade de absorver novos valores e de se transformar.

terça-feira, 3 de junho de 2008

A FORÇA DO GUERREIRO.


O guerreiro da luz, às vezes, comporta-se como a água, e flui por entre os obstáculos que encontra.
Em certos momentos, resistir significa ser destruído; então, ele adapta-se às circunstâncias. Aceita, sem reclamar, que as pedras do caminho tracem o seu rumo através das montanhas.
Nisso reside a força da água: ela jamais pode ser quebrada por um martelo, ou ferida por uma faca. A mais poderosa espada do mundo é incapaz de deixar uma cicatriz em sua superfície.
A água de um rio adapta-se ao caminho que é possível, sem esquecer o seu objetivo: o mar. Frágil na sua nascente, aos poucos vai ganhando a força dos outros rios que encontra.
E, a partir de determinado momento, seu poder é total.

SERÁ QUE ELA É NOSSA?



DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA
Com maior visibilidade devido à presença de menos nuvens no céu, sistema Deter, do Inpe, identificou que 70% da degradação, em abril, estava no Mato Grosso (Inpe)
Notícias Amazônia teve 1.123 km² de desmatamento em um mês
03/06/2008 Agência FAPESP – Foram 1.123 km², praticamente a área do município do Rio de Janeiro (1.182 km²) ou cinco vezes a do Recife (218 km²) – e tudo isso em apenas um mês.
Esse foi o desmatamento observado na Floresta Amazônica em abril, segundo dados do sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) na segunda-feira (2/6).
Do total da área em que se verificou corte raso ou degradação progressiva, 794 km², ou 70,7%, estavam no Mato Grosso. Roraima aparece em seguida na relação dos estados da Amazônia Legal com mais desmatamento, com 284,8 km².
Segundo o Inpe, o sistema havia registrado 112 km² de desmatamento no Mato Grosso em março, mas em período em que 78% da Amazônia estava coberta de nuvens, sendo que 69% do estado não pôde ser observado pelos satélites – a cobertura de nuvens costuma variar muito de um mês para outro, assim como a localização das áreas encobertas.
Do total verificado pelo Deter em abril, 53% da Amazônia esteve sob nuvens, mas apenas 14% do Mato Grosso ficou encoberto. Isso indica que a oportunidade de observação no estado aumentou muito de março para abril.
De agosto de 2007 a abril deste ano, o sistema identificou 5.850 km² de área desflorestada. Entre agosto de 2006 e julho de 2007, um intervalo de tempo maior, foram 4.974 km².
Em operação desde 2004, o Deter foi concebido como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e ao controle de desmatamento. São mapeadas tanto áreas de corte raso como áreas em processo de desmatamento por degradação florestal.
De acordo com o Inpe, é possível detectar apenas polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares por conta da resolução dos sensores espaciais (o Deter utiliza dados do sensor Modis do satélite Terra/Aqua e do sensor WFI do satélite CBERS, com resolução espacial de 250 metros). Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos maiores que 25 hectares são identificados pelo sistema.
Mais informações: http://www.inpe.br/

ELA É LINDA!!!!


É impossível deixar de se impressionar com a beleza de nosso Planeta.Infelizmente apesar disso, continuamos o destruindo e tornando invíavel a vida de gerações futuras. Muitas pessoas vivem como se tudo isso que temos hoje nunca se esgotará, como se o que temos hoje sempre existiu e continuará existindo. Terrível engano. Temos ouvido insistentemente alguns cientistas nos dizerem que a Terra é um organismo vivo, como uma Grande mãe , que nutre e cuida de seus filhos, mas que também "sente" e fica doente. E a Terra está doente , fruto de milhares de anos de intenso "progresso" industrial e tecnológico.

Espero sinceramente que ainda haja tempo para reverter esse quadro sombrio que se mostra no horizonte. Para o nosso bem e o bem de nossos filhos e gerações futuras.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

INDIANA JONES E O REINO DA CAVEIRA DE CRISTAL - CONFIRA!!!




Em 1957, Indiana Jones (Harrison Ford) não é mais o aventureiro jovem de antes. Mesmo com a idade já avançada, ele continua suas explorações, sempre tentando levar para o lado prático a sua profissão de arqueólogo. Quando está em um trabalho de campo no México, ele e seu amigo Mac são raptados por um grupo de russos liderados pela poderosa Irina Spalko (Cate Blanchett) e são levados para um dos lugares mais protegidos do mundo: a Área 51. Lá, a cientista procura um meio de conseguir dominar o planeta.Depois de um pequeno incidente com uma bomba atômica, Jones está livre, mas recebe a visita de um jovem motoqueiro que insiste em pedir sua ajuda. Mutt (Shia LaBeouf) diz que o professor Oxley (John Hurt), velho amigo de Indy, está em perigo por ter localizado a lendária Caveira de Cristal. O artefato mítico é capaz de dar a quem o possui um conhecimento sobre-humano. O explorador, então, desiste de seus planos imediatos e parte em uma missão na América Latina para tentar salvar a vida do professor.Por uma trágica coincidência, o grupo que persegue Oxley é o mesmo do qual o herói acaba de fugir. Irina sabe o poder que a caveira possui e quer levá-la a qualquer preço para um reino perdido, onde os efeitos de seus poderes são liberados. No meio da Amazônia, junto a cobras, formigas gigantes e povos hostis, o grupo liderado pelo arqueólogo, e que conta com Mutt, Oxley, Mac, e a inesperada presença de Marion, precisa se livrar dos comunistas e devolver o misterioso artefato a quem é o dono de direito.Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é o quarto filme da série, realizado 19 anos após o último, Indiana Jones e a Última Cruzada. Com esta passagem de tempo, os inimigos do herói não podiam mais ser os nazistas, por isso foi decidido que seriam os russos, já que no período os EUA estavam no auge da Guerra Fria. Steven Spielberg afirmou que só voltou à série porque, de todos os seus filmes, este e E.T., o Extraterrestre eram os únicos que o público sempre pediu por continuações. O filme é produzido por George Lucas, que criou a história em que se baseia o roteiro.