sábado, 2 de março de 2013

NOS LÁBIOS MEL, MAS NO PALADAR AMARGO COMO FEL!!!



A Bíblia é um livro milenar. Enganam-se muitas pessoas que pelo fato de não acreditarem em suas premissas teológicas, imaginem que não sirva para nada.
Mesmo que teologicamente alguém possa discordar totalmente de seus escritos, no entanto ela é bem mais do que isso.
Em suas páginas há diversos gêneros literários: contos, mitos, estórias, poesia, informação, crônicas, metáforas... Assim, a Bíblia é um livro que vai além de Deus!!!
Em Provérbios por exemplo há inúmeros aforismos interessantíssimos provenientes certamente da vivência de muitas pessoas e que podem nos servir de caminho para alguma decisão, de abertura de pensamento, de ampliação de horizontes.
Mas não estou aqui fazer apologia do texto sagrado. Há outros que fazem isso muito melhor do que eu.
Quero me servir de um escrito bíblico, que se encontra no livro de Provérbios capítulo 5 que fala de pessoas que tem os lábios doce!
Há muitos deles no mundo. Neste provérbio específico  falava-se  das mulheres imorais, mas podemos ampliar o contexto, ilustrando que há muitas pessoas que tem os lábios doce como o mel.
E como o mel é bom. Quem não gosta de sentir o sabor, a textura a suavidade do néctar das abelhas?
Sansão, herói bíblico foi um deles. Quando em sua caminhada viu um favo de mel, não teve dúvidas. Tomou para si e o experimentou. E mais: levou-o para seus pais. O detalhe , que não percebeu, me parece, foi o fato de que esse mel estava dentro de um leão morto, um cadáver. E o profeta, como separado, jamais poderia ter tocado em coisas imundas.
Mas a sedução envolve e cega.
O psicólogo William James, dizia que um dos princípios fundamentais da personalidade humana é ser apreciado. Mesmo que muitas vezes aquele elogio não condiz com o nosso momento , não importa. Alguém olhou para mim, alguém me percebeu, eu sou apreciado.
Isso abre muitas brechas dentro de nós. Brechas que servem para que pessoas não tão bem intencionadas insiram idéias, sentimentos e emoções que não são os nossos. E muitas vezes nos levem a atitudes e comportamentos que racionalmente jamais tomaríamos.
Precisamos nos conhecer mais, observar como reagimos as críticas e a elogios. 
Muitas vezes encontramos neste mundo pessoas com lábios de mel, que destilam maravilhosas palavras a nosso respeito, mas com inteñções nem um pouco nobres. Podem ter sabor de mel, mas quando ingeridas se transformam em fel.
Quantas mulheres já perderam seus maridos, sua família, uma vida equilibrada, por darem ouvido a doces palavras....
Quantos homens já foram seduzidos por palavras doces de mulheres , mas no final sentiram o amargo sabor da desilusão.....
Não nos enganemos, saibamos compreender nosso real valor, nossas qualidades e defeitos.
Que não sejam doces palavras que só servem para "inflar" o nosso ego que induzam nosso comnportamento.
Sejamos simplíces como as pombas , mas prudentes como as serpentes!!!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A ESTRATÉGIA DA MAÇA NÃO FUNCIONA MAIS!!!






" Quem só tem como ferramenta um martelo, vai achar que todo problema é um prego". Gosto dessa frase, vejo nela uma sabedoria que nos ensina a importância de buscarmos renovar nossas estratégias, de desenvolvermos nossos pontos fortes e melhorarmos nossos pontos fracos.
Não é possível acreditar que conseguiremos resolver os problemas do mundo atual, usando pensamentos, atitudes, estratégias do passado. " Mas sempre deu certo, porque não continuar..... Simplesmente porque em algum momento suas antigas estratégias não vão funcionar mais, porque o mundo, os conceitos, as pessoas mudaram;. Precisamos acompanhar o processo
Muitos saudosistas acreditam que a educação vai melhorar, se voltarmos aos velhos tempos em que os professores, pais, eram respeitados ao ponto de, apenas o olhar de um pai, de um professor ser suficiente para calar uma criança ou adolescente!!!
Mas podemos compreender que muito do respeito que os adultos conseguiram em tempos antigos, principalmente no Brasil, foi devido a um período negro de nossa história: As ditaduras. Tivemos muitas ditaduras no Brasil. Mas talvez a que mais marcou ocorreu entre os períodos de 1964 a 1985. Nesses tempos de  chumbo muitos jovens foram mortos por não concordarem com o regime autoritário do sistema. Não era preciso muito para ser preso.
Nesse período as autoridades ganhavam respeito através do medo, do autoritarismo.
Felizmente conseguimos vencer essa época nefasta de nossa história. E não queremos mais conquistar a autoridade pelo medo, mas antes pela competência, pela admiração de nossos filhos e alunos pelo que somos , pelo exemplo de vida que demos a eles. O respeito deve nascer da inspiração que passamos aos jovens.
Talvez um pouco de medo até seja bom... mas em doses homeopáticas!!!!   
Dia desses assisti a um conto de fadas clássico. Branca de neve. Mas o nome do filme era Espelho, Espelho meu tendo como vilã   Julia Roberts no papel de madrasta. A estória faz uma releitura do conto, embora a base continua a mesma. Mas algo me chamou a atenção no filme. Quase no final, Branca de Neve, tranca os anões e o príncipe dentro da casa e vai enfrentar sozinha a Fera. Consegue vencer a besta e marca o casamento com o príncipe. Bem, estava faltando algo , pensei.
Foi quando aparece Branca de Neve linda, recepcionando seus convidados, e na fila quem estava? Uma velhinha ... Ah, imaginei eu , agora a estória está completa. Então a velha faz a clássica  oferta da maça a bela Branca de Neve. Esta, docemente agradece e pega a fruta. Vai acontecer de novo. A câmera focaliza bem o momento em que a menina coloca seus lábios na linda maçã...... Mas então subitamente ela para. e olhando para a velhinha diz: Entenda que você perdeu. Aceite isso!!!
Muito interessante! A madrasta continua usando a mesma estratégia da maça, mas Branca de Neve evoluiu!!! A madrasta só tem uma ferramenta e assim já não consegue mais seu intento.
O mundo também evoluiu e assim precisamos entender que temos que nos reinventar, assimilar novos comportamentos, novos conceitos, novas atitudes!!!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

VIDA É MOVIMENTO, É BARULHO,É CONFLITO!!!


Tive a grata experiência de crescer em uma família com muitos irmãos. Erámos em sete. Apesar da diferença de idade, havia em minha casa muito barulho, muita bagunça e também muitos conflitos.
Isso é natural, principalmente se tratando de crianças, que estão num processo de amadurecimento e aprendizagem, onde não conseguem conter seus impulsos, sendo então a vida um grande desafio, um incontrolável movimento!
Apesar disso, dessa experiência com o "caos", sempre fui uma pessoa que gosta do silêncio. Percebo no silêncio uma oportunidade mágica de nos elevarmos desse mundo material para um lugar sagrado dentro de nós. Penso nesses momentos que estou naquelas grandes catedrais da Idade Média, adentrando pelas suas imensas naves que apontam para o céu... e comtemplando o indizível!!!
Mas preciso voltar a realidade.
Escolhi uma profissão que não lida muito com  a questão do silêncio. Alias nela, há pouco tempo para o silêncio, porque ali o que existe é movimento, caos, barulho, impulsos, ânsia por viver!!! Eu trabalho em uma escola pública!!!
Quando iniciei minha vida profissional nessa escola  ela contava com cerca de 1500 alunos. Um ambiente extremamente mutante, onde cada dia era uma novidade diferente. Muitas estórias poderiam ser contadas, muitas vidas florescendo, e eu ali em meio a todo aquele turbilhão de impulsos, de vontades, de desejos....
Alguns anos se passaram e os alunos foram crescendo e a escola foi diminuindo. Com ela também diminuiram o barulho, a agitação , a aprontação.....
Mas o destino daquela escola é a Vida.
Nesse início em que começa mais um ano letivo , percebemos que a escola novamente cresceu. Vieram novos alunos, novas risadas, novcos gritos, e muito ,. muito barulho. 
Alguns de nós , já cansados da jornada por um momento estranharam..... Afinal não é tarefa das mais fáceis estar anos e anos comandando classes com 40 alunos onde existem muitas demandas!!! É tarefa para super humanos!!!!
Apesar disso, reconheço que gosto de toda essa agitação. Não gosto dos gritos, da falta de educação de muitos, da violência , das drogas, da falta de interesse. Gosto da agitação, do movimento, da vida!!!
Aos que preferem o silêncio, lembro que teremos muito tempo para comtemplá-lo..... No cemitério. Lá o silêncio reina absoluto!!!!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A VIDA BANALIZADA!!!



Talvez a vida nunca tenha sido tão banalizada como nos dias atuais. Ou não, depende da maneira como enxergamos. Na Idade Média por exemplo as guerras eram muito comuns e a bárbarie acontecia constantemente. Até na Bíblia  lemos que quando os generais do povo de Israel iam as batalhas não matavam apenas os soldados inimigos, mas todas as pessoas, mulheres, crianças de colo e até animais. Nada poderia ficar vivo.
Hoje , nos indignamos com as atrocidades que acontecem pelo Páis porque a mídia torna real aos nossos olhos, algo que até então nos era desconhecido.
Como por exemplo o rapaz que foi morto no Guarujá , por ter reclamado do preço da comida, que segundo ele estava anunciada por doze, mas que o dono do restaurante queria cobrar dezessete reais. Houve discussão e o dono do restaurante e seu filho assassinaram o rapaz. Há centenas de casos parecidos pelo Brasil afora.
Mas um desses casos se tornou mais notório devido a quantidades de vítimas. Duzentas e trinta e oito até agora. Jovens que saíram se divertir em uma boate, comemorar suas vitórias. Todos mortos pela falta de responsabilidade de muitos.
Elencar culpados não é o interesse deste texto, mas simplesmente constatar como a vida humana se tornou e se torna cada vez mais banal.
Numa reportagem, um dos funcionários da casa de fogos onde foi comprado o sinalizador que causou toda a tragédia, disse que alertou o músico sobre o fato de que o sinalizador que estava levando não era próprio para ambientes fechados. Mas em função do preço ser bem mais baixo, o rapaz acabou optando por ele. O sinalizador correto custaria cerca de 50 reais.
O ser humano parece pensar apenas em termos econômicos. Se é barato, se é mais acessível então é isso que vou comprar. Não consegue lançar seu raciocínio sobre as possibilidades de um sinalizador que não era adequado produzir um acidente e assim pessoas inocentes acabarem sendo prejudicadas.
Em muitos casos de tragédias que ocorrem no mundo todo, geralmente se raciocina em termos econômicos e não humanos.
Quem é o dono de boate, casa de shows ,   normalmente pouco se preocupa  com a segurança de seus frequentadores. Na verdade a visão é mais ou menos essa “ Quanto mais pessoas mais dinheiro eu vou ganhar”
Só existe uma forma de coibir esse tipo de comportamento: Criar leis que possam ser cumpridas e fiscalizadas e haver punições para os culpados.
Não podemos continuar assistindo essa falta de amor e responsabilidade!!!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

NAVEGANDO!!!





Cem dias entre o céu e o mar  foi um dos únicos livros que li sobre Amir Klink.
Foi me indicado por uma professora quando ainda cursava a disciplina de História na Universidade de Sorocaba. Naqueles tempos andava ansioso demais, com muitos sonhos, muitas idéias, mas com pouco ou  nenhum foco e planejamento. Então essa professora de psicologia da educação me indicou o livro.
Confesso que me surpreendi. As viagens de Amir eram muito bem planejadas , seu barco o Parati era minuciosamente preparado para a viagem. Se pensava em tudo!!!
Cem dias entre o céu e o mar conta a história da travessia de quase 7000 mil quilômetros que fez entre o porto de  Luderitz na Africa até o Porto da Espera em Salvador Foi sua primeira travessia no Atlântico  Sul em 1984, em um barco a remo.
Nada de novidades. A travessia já havia sido feita por vários outros navegadores, inclusive portugueses, também o barco a remo não era novidade. Outros navegadores já haviam colocado isso em prática. Mas a mágica de viver a própria experiência de enfrentar o desafio, de crescer como ser humano com certeza é única.
No relato da viagem Amir nos leva numa aventura poética a conviver com os objetos do barco, com os peixes com as baleias. Ficamos junto com ele presos a geleiras e açoitados por correntes marítimas.
Nesses momentos não adianta a ansiedade, não adianta a pressa. Somente vale sentar-se no barco e ver a beleza das ondas e a maravilha de um céu estrelado.
Em nossa vida não é diferente. Existem momentos em que ficamos ” atolados” presos em problemas e situações. Nesses momentos  não adianta a ansiedade, não valem as preocupações. Precisamos parar  e deixar as mãos de Deus, ou a Vida soprar seu vento para nos tirar dos enroscos desse grande oceano da existência!!!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A ESTÉTICA DA SENSIBILIDADE!!!


Que tipo de ser humano queremos deixar para o Planeta.? Há uma frase que diz " Muitos se preocupam em que tipo de Planeta vamos deixar a nossos filhos, mas invertendo a pergunta: Que tipo de filhos deixaremos para nosso Planeta?.
A maneira como a sociedade, os governos a escola pensam o ser humano parece nos conduzir a uma falência dos recursos naturais, do sistema social político e econômico esfacelado pela corrupção, pela omissão e pela total falta de coerência dos cidadãos..
No início da Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra no século XVIII e espalhada para o mundo a partir do século XIX e XX, as pessoas pouco a pouco foram abandonando o campo por não terem mais condições de competir com a fábrica. O trabalho até então era artesanal, feito geralmente por poucas pessoas, que conheciam profundamente seu ofício.
Com a mecanização trazida pelas fábricas, o trabalho deixou de ser algo construído pelo indivíduo, mas repartido entre muitos, onde normalmente nem se sabia o que estava sendo produzido..
A produção em série trouxe muitos lucros aos empresários, mas tornou as pessoas, simples apertadores de parafusos. 
A escola como conhecemos hoje, com os alunos em salas apertadas, enfileirados , com pouco espaço para a circulação, onde o professor é o centro das atenções,  se bem que houve muitas mudanças , ainda é o estilo de educação que temos. Investe-se muito em tecnologia , em estrutura, mas o modelo mental dos gestores e de muitos professores é o daa escola que produz alunos em série. com os mesmos sentimentos, pensamentos e comportamentos. Não há um trabalho personalizado na busca de habilidades e competências superiores a outros e isso é fato, existem alunos que são mais habilidosos e apesar do politicamente correto que todos querem discursar, com o conceito da inclusão, deveríamos tratar de forma diferente os iguais, sendo justos e dando oportunidades  a todos!!!  
E que alunos em série formamos?Você sabe? A maioria das escolas está preocupada em formar mão de obra para o mercado de trabalho! Os que podem estudar em escolas de muita qualidade serão os gestores e os que não podem, salvo exceções . e elas existem, serão a mão de obra com pouca especialização e barata que o sistema precisa para se perpetuar;
Nessa escola  medieval, nos moldes do nascente capitalismo industrial. há pouco lugar para o desejo, o sentimento, o corpo e a espiritualidade.
Nossos PCNS até tem uma palavra  bonita para sugerir como aprendizado, para nossos estudantes do Ensino Médio. É a estética da sensibilidade. Ou seja levar nosso jovem do Ensino Médio a buscar a sensibilidade como eixo para sua intervenção no mundo, constituir as atitudes de leveza e cordialidade como referências para sua vida social, eleger a beleza, o trabalho bem feito como tônica de sua vida ,aceitar a incerteza e conviver com ela. Desenvolver a sua espiritualidade que consiste em compreender que tudo não se esgota em si mesmo, que as coisas são mais do que parecem, que é preciso buscar um sentido maior para nossas existências. Apreciar um por do sol, se emocionar ao ver o brilho de um céu estrelado, cultivar o amor pelo belo!!!
E você o que acha disso? Conseguiremos alcançar esse objetivo tão nobre da estética da sensibilidade em nossa sociedade e nas escolas??? Deixe sua opinião!!!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013











                                 OS SETE SABERES FUNDAMENTAIS!!!


Em 1999 a UNESCO , órgão da ONU vinculado a educação propôs ao filósofo Edgar Morin nascido em 1921 e um dos expoentes maiores do pensamento francês  um conjunto de reflexões que serivisse de base para as mudanças na educação de século 21
Morim explicitou sete saberes , os quais suscintamente coloco a seguir
1 - A CEGUEIRA DO CONHECIMENTO; O ERRO E A ILUSÃO.
Apesar de o conhecimento ser o grande tesouro da sociedade atual, ele não é perfeito. O conhecimento não é a verdade é uma cópia dela, é uma tradução. Toda cópia, toda tradução, traz embutida nela algum erro, visto que a verdade das coisas não podes ser percebida em essência pelo cérebro. O que temos da vida é uma representação que o cérebro faz!A educação deve portanto ao ensinar busca identificar a origens dos erros e das ilusões.
2 - O conhecimento pertinente.
Levar as pessoas a compreender o mundo de forma global a analisar as situações e problemas de forma complexa e sistêmica, aprendendo a contextualizar.
Através desse exercício de ampliação de conceitos tratar e colocar o loca dentro do global e o global dentro do local.

3 - Ensinar a condição humana. O homem não é um ser apenas espiritual. É social, cultural, psíquico, social , biológico. Há multidimensões no ser humano e é preciso as pessoas enxergarem todas as nuances que decorrem desta proposta. Conhecer o homem é acima de tudo situa-lo no Universo e não separá-lo dele.
Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencer à espécie humana. Cabe à educação do futuro cuidar para que a idéia de unidade da espécie humana não apague a idéia de diversidade e que a diversidade não apague a unidade. A educação deverá ilustrar este princípio de unidade/diversidade em todas as esferas do conhecimento.
4- Ensinar a identidade terrena.
Vivemos em um planeta que é de todos e todos os problemas do planeta dizem respeito a todos. Não estamos isolados em um ´pais território ou cidade. Somos cidadãos do mundo e devemos pensar nossas  ações imbuídos desse conceito, de o que estamos fazendo pode sim afetar o mundo inteiro, o planeta. Precisamos ensinar as pessoas que as comunicações mudaram a face do Planeta que estamos interligados. Também e preciso mostrar as desordens mundiais causadas por sistemas econômicos que privilegiam alguns dm detrimento de outros e as contracorrentes de pensamentos contra um sistema único de se pensar o mundo
A contracorrente ecológica, que permite nos entender que a Terra é um planeta finito que não suporta esse nível de exploração que é preciso leis, que é preciso conscientização que é preciso mudança de paradigma
A contracorrente econômica, com ideologias e sistemas que privilegiem a todos que vejam no ser humano um fim e nãoi um meio simplesmente usado para se conseguir o lucro
A contracorrente do pensamento pacifista- que busca a luta contra a viol~encia a busca pela paz.
5- Enfrentar as incertezas.
Ensinar as pessoas que vivemos num mundo de incertezas. A incerteza econômica por exemplo é que é preciso estar preparado para viver uma vida recheada de desafios, onde não existe mais estabilidade de emprego, onmde precisamos sempre estar aprendendo dia a dia, onde não existem mais certezas.
6- Ensinar a compreensão. Talvez uma das maiores dificuldades do ser humano seja compreender o outro. Seja sim, tomar o lugar do outro e sentir seu sofrimento. É preciso levar as pessoas a substituírem a simpatia pela empatia, esse sentimento refinado de se alinhar com as emoções humanas!

7 – a ética do gênero humano!!
Não compreender a ética como simplesmente preceitos morais, mas uma consciência humana de que somos indivíduos, sociedade e espécie e que devemos pensar nessas três dimensões de ser humano. A democracia é o contraponto que gerencia todos esses conceitos levando as pessoas a ter uma ética genuinamente humana!
O texto é de minha autoria, com alguns enxertos retirados do site: http://www.conteudoescola.com.br